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Ser dona-de-casa cansa. São tantos detalhes que compõe um lar (ainda mais quando se tem um bebê a caminho), tantas coisas para pensar para que tudo funcione direitinho, que tenho terminado meus dias morta de cansaço (e pra eu reclamar de cansaço realmente precisa ser muito). Até comentei com minha mãe que nesta última semana nem me lembrei de sentir fome, o que foi bom, pois não engordei mais além dos dez quilos adquiridos na gravidez.
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O problema reside em conciliar as várias funções, ser ao mesmo tempo dona-de-casa, trabalhadora, estudante e continuar a namorada para o marido. E além de tudo isso, grávida, ou seja, com a barriga já começando a pesar, os movimentos lentos, a mente preguiçosa, a lombar dolorida e pernas pesadas no fim do dia. Agora entendo porquê a Sylvia Plath deixou sua carreira em segundo plano.
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Quem mandou querer ser mulher moderna?
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