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O primeiro trimestre é o da descoberta, da vontade de ficar barriguda logo (quando não há nem sinal de barriga!). O segundo é o da tranqüilidade: você já se acostumou com a vida de grávida, e não dá bola pra ansiedade, já que ainda falta um bocado para o parto. A impressão é que a gente vai ficar grávida para sempre. Mas e o terceiro? Bom, acho que a melhor definição para ele seria hecatombe de emoções! É barriga e pernas que pesam no final do dia, olheiras, cansaço (bastante)... É correria que não acaba para que tudo esteja ordem para a chegada do bebê, e para que tudo fique em dia no trabalho, na faculdade, enfim, em tudo que vai ficar pra segundo plano quando ela nascer. E ao mesmo tempo a expectativa pelo dia do parto, a vontade de ter logo um nenê no colo, o medo de não saber cuidar dele direito...
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Toda essa introdução é só para dizer que na última terça-feira entrei oficialmente no 7º mês de gravidez, ou último trimestre da gestação! Confesso que um pouco antes disso já comecei a sentir os sintomas característicos desta fase como cansaço, respiração curta e pernas pesadas. Claro que temos que considerar que eu ando muito “saidinha” para uma grávida. Nunca sobra tempo de pôr as pernas pra cima, ando pra cima e pra baixo o dia todo, dirijo longas distâncias (inclusive à noite), e durmo pouco. Por enquanto eu tô aguentando o tranco, mas sei que daqui há algumas semanas será impossível continuar com essa rotina. Talvez por isso eu queira aproveitar tão bem o tempo de agora.
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Enquanto isso, a barriga parece crescer um pouco mais a cada dia (impressionante como cresceu no último mês), e o marido agora me chama de “melancia”. Mas o que quero mesmo dizer é que estou muito feliz por ter chegado bem até aqui e, principalmente, porque ela está bem. Helena agora me chuta, se move de um lado pra outro, e se revira todinha o tempo todo aqui dentro. Minha barriga treme, pula, endurece e entorta, e eu fico achando tudo isso o máximo! É tão bom acordar e logo cedo sentir um chutinho... Este é, com certeza, o melhor “bom dia” que alguém pode me dar.